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“Casos de Família” tem denúncia de armação

O programa "Casos de Família", apresentado por Christina Rocha no SBT, está sofrendo denúncias de armação, como conta nesta segunda-feira (13) o colunista Flávio Ricco do site "Uol".
De acordo com o colunista, terceiros que não são diretamente contratados do SBT estariam oferecendo R$ 80 para que as pessoas simulem situações, como o caso de homossexuais que se passam por heterossexuais.
Os agentes seriam contatos da equipe da atração e colariam anúncios em postes e em pontos de ônibus. Além de dinheiro, alguns receberiam próteses dentárias.
Segundo a coluna, existem registros de uma mesma pessoa ter participado mais de uma vez no programa em situações distintas.
Procurado, o SBT confirmou que os participantes recebem R$ 80 de cachê e que paga R$ 30 para os tais agentes. A emissora também assegurou que fornece tratamento dentário, se necessário, mas afirmou que todos precisam assinar um documento de compromisso após a checagem das informações fornecidas.
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Google apresenta Homens do Street View
Após utilizar carros, bondes e snowmobiles para registrar as fotografias panorâmicas do Street View, o Google anunciou mais um aparato a ser utilizado pela companhia: uma mochila desenvolvida especialmente para tirar fotos em 360 graus.
Com um visual bastante estranho, a mochila será utilizada por funcionários da companhia para registrar fotografias de locais mais difíceis de serem capturados, como trilhas presentes em parques nacionais e montanhas.
Enquanto o projeto parece bastante interessante, ainda não há previsão de quando as primeiras imagens registradas pelo aparelho serão cadastradas no Street View, e nem quais serão os primeiros locais a serem visitados pela mochila.
Via: Googueiros
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De surpresa, outro asteróide raspa a Terra durante a madrugada
Não deu nem tempo. Enquanto o asteroide 2012 KP24 cruzava a órbita da Terra no final de Maio, outra rocha espacial se aproximava do nosso planeta de maneira muito mais ameaçadora e durante a madrugada raspou nossa atmosfera a apenas 14 mil km da superfície, abaixo da altura dos satélites geoestacionários.
Batizado de 2012 KT42, o novo asteroide foi descoberto ontem, 28 de maio de 2012, por cientistas do observatório de Monte Lemmon, no Arizona, operado pelo centro Catalina de Pesquisas do Céu, da universidade do Arizona, o mesmo que descobriu 2012 KP24.
De acordo com cálculos feitos pelos pesquisadores, baseados na magnitude absoluta o asteroide tem um tamanho estimado entre 3 e 10 metros.
Apesar de não ter representado perigo de colisão, 2012 KT24 é um dos asteroides que mais perto chegou do nosso planeta. De acordo com dados do Programa de Objetos Próximos da Terra – NEO, da Nasa, o asteroide aparece na sexta posição. 2011 CQ1 foi o mais próximo e passou a apenas 11 mil km da superfície em 4 de fevereiro de 2011.
O momento da máxima aproximação de 2012 KT42 ocorreu as 04h00 BRT da madrugada de terça-feira. Modelagem de cálculo orbital mostra que a rocha atravessou o Atlântico sul, cruzou a África, Oriente Médio, Cazaquistão e Rússia, mas ainda não há registro se o objeto desintegrou na atmosfera.
Imagens: No topo, frames divulgados pelo observatório Monte Lemmon mostram os frames que detectaram a rocha, algumas horas antes da aproximação máxima. Na sequência, animação mostra o movimento de 2012 KT42. Cada frame tem 5 segundos de exposição, registrada com telescópio de 2 metros de abertura do observatório de Remanzacco, na Itália. Acima, modelagem orbital mostra a passagem do asteroide às 04h00 BRT. Créditos: Catalina Sky Survey/Mt. Lemmon Observatory, Solex/Aldo Vitagliano, Observatório Remanzacco, Apolo11.com.
Via: Apolo11
Passagem de Vênus diante do Sol será chance única para ver outros planetas
A passagem de Vênus diante do Sol, nesta terça (05) e quarta-feira (06), um fenômeno excepcional que não voltará a acontecer em 105 anos, será uma oportunidade única para observar planetas distantes onde pode existir vida, afirmaram astrônomos.
O fenômeno "nos dá a oportunidade de estudar com grande detalhe o que estamos observando muito mais longe (da nossa galáxia, a Via Láctea) e nos dá mais confiança em nossa capacidade para interpretar os sinais que detectamos", disse à AFP o astrônomo Rick Fienberg, da Sociedade Astronômica Americana (AAS, na sigla em inglês).
A próxima passagem de Vênus entre o Sol e a Terra não voltará a acontecer até dentro de 105 anos, em 2117. Este tipo de trânsito ocorre aos pares em intervalos de oito anos e não voltam a aparecer em mais de um século. No século XXI, o último foi em 2004. Não houve nenhum no século XX.
"A passagem de Vênus diante do Sol é exatamente o mesmo fenômeno que o telescópio (americano) Kepler capta ao orbitar outras estrelas, quando seus planetas transitam diante delas", explicou.
No entanto, no caso destes exoplanetas, planetas distantes que orbitam em torno do Sol, "sua estrela não é mais do que um ponto de luz porque estão muito longe de nós e por isso é difícil ver o que acontece", disse o astrônomo Alan MacRobert, editor da revista Sky and Telescope.
Tudo o que se vê quando um planeta passa pela frente é uma suave redução do brilho da estrela, informou à AFP.
Mas a luz da estrela que atravessa a atmosfera destes exploplanetas deixa uma "marca" espectrográfica que permite reunir informação valiosa sobre sua composição, acrescentou MacRobert.
"Poderemos fazer medições da atmosfera de Vênus durante sua passagem diante do Sol e ver que tipo de sinais são obtidos tomando medidas similares de exoplanetas que passam em frente à sua estrela e depois comparar os resultados sabendo que no caso de Vênus são exatos", disse Gerard van Belle, astrônomo do Observatório Lowell (Arizona, sudoeste).
Feinberg informou que os primeiros e últimos 20 minutos da passagem de Vênus, fenômeno com duração total de seis horas e meia, serão os melhores momentos para obseração porque então a luz solar através da atmosfera de Vênus formará uma espécie de camada em todo o planeta.
"Será então que os astrônomos tentarão medir a composição da atmosfera de Vênus", acrescentou.
O início do trânsito será visível na América do Norte, América Central e norte da América do Sul na última hora da tarde de 5 de junho, desde que o céu esteja limpo. O final do fenômeno não será visto nas regiões devido ao pôr-do-sol.
Toda a passagem de Vênus diante do sol poderá ser vista na Ásia oriental e na região do Pacífico Ocidental. Em Europa, Oriente Médio e Sul da Ásia se verão as etapas finais desta passagem à medida que for amanhecendo na região, em 6 de junho.
O fenômeno poderá ser visto a olho nu, informaram os astrônomos, lembrando que devido ao risco de cegueira ou dano permanente na vista, não se deve olhar diretamente para o sol sem um filtro apropriado.
Os especialistas acreditam que a galáxia está cheia de bilhões de planetas rochosos que poderiam permitir a existência de vida. A maioria ainda não foi descoberta e fica tão longe que seria impossível alcançá-los com a tecnologia moderna.
O catálogo mais recente lançado pelo telescópio espacial Kepler, da Nasa, mostrou em março um total de 2.321 candidatos a planetas orbitando 1.790 estrelas.
Dez dos 46 candidatos a planetas que podem conter água em estado líquido têm tamanho similar à Terra, segundo a Nasa. Mas na maioria dos casos, os cientistas não têm detalhes sobre a atmosfera destes planetas.
Para mais informações, consultar:
-http://venustransit.nasa.gov/transitofvenus/
- http://eclipse.gsfc.nasa.gov/OH/transit12.html
- http://blogs.esa.int/venustransit/
Via: Yahoo
























